Os desfiles têm na FFW, os comentários nas revistas e sites especializados, os looks nos blogs, mas o que ninguém comenta da SPFW está aqui nesse post:
CHEGANDO
* Primeiro choque de realidade: Faltam 20 minutos pro desfile começar. Você acaba de chegar no Ibirapuera e tcha-rãn: zero vagas e uma fila enorme de carros rodando ou esperando alguém sair. #TENSO
P.S. No convite estava escrito “vá de taxi”. Não esqueça de comprar Zona Azul (em Curitiba é Estar)
* Ok, você estacionou, agora é só andar de salto pelas pedrinhas ou ir fincando o salto na grama até a Bienal. Cadê o glamour minha gente? Fica para quem desceu de táxi ou de motorista na porta e saiu diva caminhando…
* Na porta, os “flagelados da SPFW”, pessoas sem convite que abordam todo mundo que passa perguntando se tem um de sobra. O mundo é dos caras de pau, alguns conseguem.
DENTRO
* Dentro tem cosplayers pra todo lado. Vale Hello Kitty 3D na cabeça, meninos de unha e olhos pintados de preto… Tudo para provar sua (excêntrica) originalidade. Sem contar o cosplay de gente famosa, tive a impressão de ver três Érikas Palominos no mesmo dia…
* Ninguém fala sobre e ninguém explica o porquê das salas de desfiles terem temperatura de geladeira- antes que argumentem que as roupas são de inverno, nos desfiles de verão o frio é o mesmo.
* O banheiro da Bienal. Quem vai perder tempo falando do banheiro? Primeiro: Nos lounges não tem banheiro (óbvio), então quem toma champagne demais sai do lounge e entra na fila do banheiro. A galera que está trabalhando escova os dentes na mesma pia que a Costanza lava suas mãos e… a Érika Palomino (ela de novo) fica na fila (quase) como uma simples mortal.
Para concluir: O banheiro é o único lugar sem hierarquia social da moda na SPFW.












